HDs para Notebook | Velocidades, Capacidades, limitações…

Postado na Categoria: (NoteBooks) Por: Jason

Limitações

Todo usuário de Notebook percebe bem as limitações de transferência de dados e até no desempenho geral do sistema quando comparados à um PC moderno. Por mais moderno que o Notebook seja, ainda é evidente suas limitações. Parte da Culpa desse processo é da falta de ventilação ou uso inadequado, pois muita gente usa seu notebook sobre locais que tampam a saída de ar e conforme explicamos anteriormente, isso reduz parte da boa funcionalidade do notebook.

Superação

Fora isso, o detalhe que vem superando qualquer limitação é na parte de armazenamento. Para notebooks, não havia ainda no mercado até hoje, HDs com velocidade de transferência de dados e capacidade de armazenamento como há nos PCs. Isso se deve justamente às limitações de ventilação, pois colocar um HD de 7.200 RPM em um notebook aumenta muito sua temperatura. De certa forma, os fabricantes vêm modificando isso no design de seus notebooks.

A nova geração de Hds para notebooks

Os HDs de notebook vêm sendo desenvolvidos para que cada vez mais para que possam acompanhar os HDs de PCs. É justo que as tecnologias voltadas para notebooks estejam sempre um pouco atrás das tecnologias para PCs e outros micros mais modernos. Mas as empresas fabricantes de HDs, como a Seagate, Hitachi, Samsung e outras, estão superando aos poucos esse empecilho. Em sua nova geração de Hds para Notebook, teremos HDs de 7.200 RPM com capacidades de 160GB, 200GB, 250GB e 320GB. Sem dúvida esse é um grande passo na evolução dos HDs para notebook, uma vez que estes HDs até poucos meses não passavam de 200GB – Isso para HDs de 7.200 RPM.

Muito trabalho pela frente

Em geral, discos de 7.200 RPM em notebooks, ainda que sejam com tecnologia SATA, aumentam o aquecimento geral, fazem mais barulho e mal chegam à taxa de transferência do HD SATA-150 de PC – lembrando que hoje os PCs trabalham com HDs SATA-300 – O dobro (ou quase isso) da Velocidade do SATA-150. Mas a engenharia não tem limites, aos poucos os “Da Vinci’s” da Engenharia moderna vão descobrindo maneiras de driblar isso.

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