Redes sem fio… Indo além do Wi-Fi
Postado na Categoria: (Rede/Networking) Por: Zakk

Hoje em dia redes Wi-Fi são comuns em escritórios, estabelecimentos comerciais e estão presentes até mesmo em soluções caseiras. Mas as tecnologias de redes sem fio não param por aÅ
…WiMAX, Mesh e MIMO são outras que disputam a transmissão de sinais sem fio.
Com elevadas taxas de transferência e atingindo grandes distâncias, a tecnologia sem fio WiMAX é um jeito econômico e viável de levar internet de alta velocidade a pequenas cidades, zonas rurais e outras áreas que nunca tinham sido apresentadas a banda larga. O protocolo 802.16e é uma tecnologia voltada para coberturas de áreas bem maiores em relação ao Wi-Fi. Uma antena bem ajustada que tenha a geografia a seu favor consegue mandar o recado a 50 quilômetros. Os algoritmos de distribuição de dados do WiMAX permitem um uso mais eficiente da largura de banda, mesmo na situações de vários acessos pela mesma antena. Isso eleva a velocidade máxima a 70 Mbps. Claro, as leis da fÃsica não admitem milagres, portanto quanto maior for a distância entre as antenas menor a velocidade. Outra vantagem do WiMAX está na segurança da rede, pois tem algoritmos muito superiores aos fáceis de quebrar do Wi-Fi. No Brasil a primeira rede metropolitana movida a WiMAX foi montada em BrasÃlia em 2004. Com apoio da Intel, quatro escolas foram interligadas e um laboratório móvel verificou a qualidade da conexão. Os testes seguiram em Minas Gerais. Os bons resultados em Ouro Preto (onde nem o relevo acidentado atrapalhou) e nos Órgãos Públicos de Belho Horizonte estimularam planos em toda parte. O Ministério das Comunicações pretende estende-lo a 7100 locais (incluindo cada um dos municÃpios brasileiros) até o fim de 2008.

Com a tecnologia Mesh em principio, cada nó da rede pode rotear pacotes de informação, num processo conhecido como hopping. De hop em hop se constrói a rede. Se um nó cai, o trafego é imediatamente desviado para os outros nós. Isso está longe de ser um conceito novo. O Mesh reinventa uma velha conhecida no mundo das redes, a arquitetura ad-hoc, que permite que equipamentos sem fio se comuniquem sem nenhum ponto de acesso. O objetivo, claro, é criar redes descentralizadas que não dependem de um ponto central e que são capazes de se autoconfigurar de acordo com a demanda. A inteligência está nos algoritmos. É justamente isso que permite que caso um dos nós caia, a rede siga seu caminho pelos outros nós que estão conectados – um equipamento funciona como ponto de passagem para o outro. As configurações são instantâneas e, além disso, permitem alcançar áreas maiores em comparação com o Wi-Fi (em Taipei (China) a rede Mesh já cobre uma área de 217 quilômetros). No Brasil, Motorola, Telemar, Vex e Nortel já colocaram pilotos de Mesh no ar. Uma das experiências foi realizada em São Paulo na região de escritórios do Centro Empresarial. O IEEE está discutindo um padrão para evitar que cada fabricante siga um caminho distinto. E batizou a tecnologia com mais uma sigla, é claro: 802.11s.

A tecnologia Wi-Fi 802.11g esbarrou sempre em duas barreias: a velocidade e, principalmente, seu alcance limitado. É aà que entra o MIMO (sigla de Multiple Input, Multiple Output). A sacada dessa tecnologia está em aumentar a performance das redes g, tanto na velocidade como no alcance. Como isso funciona? O MIMO trabalha com várias antenas, o que permite enviar diversos pacotes de dados simultaneamente. Numa analogia é como abrir novas pistas numa estrada. No estágio atual a tecnologia MIMO ainda não está padronizada. Mas ela já entra de forma proprietária , apelidada de G turbinada de fabricantes como Linksys, D-Link, Nortel e TREDnet. O IEEE trabalha na padronização da tecnologia MIMO, que terá o nome oficial de 802.11n e projeta velocidades nominais de 250 Mbps.
É sempre interessante estar ligado com as novas tecnologias de redes sem fio, pois são a grande tendência do mercado, e as novidades não param.
Agradecimentos: Rodrigo Melo.
Via: Info


[...] já pode usar mouse e teclado wirelles, e assim digitar e/ou mover o cursor sem a incômoda limitação de seus cabos. Mas se analisarmos [...]
[...] Intel Montevina, ao contrário do que todos possam imaginar, não é só o processador e sim uma plataforma formada pelo Processador Penryn, Chipset Mobile 4 Express e Adaptador Wireless Wi-Fi/WiMAX. [...]